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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Freelancer

O tema que escrevo hoje foi sugerido por um familiar, obrigada pela sugestão.

Abri hoje na "Autoridade Tributária e Aduaneira" (conhecida por finanças) a minha atividade independente (conhecida por "recibos verdes"). O diálogo foi curto e impessoal, a senhora perguntou qual a minha profissão/atividade e se tinha conta no portal online. Disse-me que podia abrir com data de hoje ou de dia 1 de janeiro de 2015, ao que respondi que queria de hoje, porque a senhora respondeu-me não saber se depois seria possível passar recibos referentes ao ano anterior. Por fim, questionei sobre como passar os recibos e a orientação foi no sentido do portal online ou em papel (teria que adquirir o bloco lá). 

Ao longo da  minha formação académica foi-me sempre ensinado que todos os atos solicitados pelos clientes/utentes devem ser devidamente esclarecidos. Qualquer intervenção deve ser suficientemente esclarecedora para que a pessoa faça escolhas informadas. Apesar da informação estar facilmente acessível (web, media,...), ainda assim é uma questão de ética profissional esclarecer e elucidar para os prós e contras daquilo que é a nossa prática profissional.

Cheguei, pedi e saí. Pouco foi adiantado de forma voluntária e as consequências do que fiz podem ser mais prejudiciais do que benéficas. Mesmo que tivesse questionado, a resposta seria: não tenho a certeza/não lhe sei dizer, pois senti que sabia mais que a senhora sobre aquilo que são as suas funções laborais (segundo as poucas palavras que trocámos).

Finalmente, deixo aqui a notícia de que acabei de sair das listas do desemprego, mais uma vitória para os números nacionais, porque realizei esta escolha (desinformada) em virtude de pouco menos de 100€ em rendimentos anuais!

Para tornar a publicação mais agradável, deixo aqui uma sugestão musical: The Perfect Life do Moby com Wayne Coyne, lançada em 2013. Uma música diferente e alegre.

Fonte: http://www.moby.com

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